Conheça aqui experiências de mulheres que se trataram no Centro de Miomas da Rede D’Or.
“Faz um ano que realizei o tratamento e me sinto muito bem. Hoje os sintomas são contornáveis e minha vida muito mais tranquila.” - Thereza
27 de agosto de 2008
Faz um ano que realizei o tratamento e me sinto muito bem. Hoje os sintomas são contornáveis e minha vida muito mais tranquila. Até hoje fico maravilhada com tudo que aconteceu e na hora certa.
Continuo controlando a anemia com alimentação e Neutrofer 300. Desde março, faço musculação três vezes por semana, pelo menos. Estou mais forte (engordei 3 quilos e gostei!). O número de dias menstruando vem diminuindo. Ainda tenho dois dias de fluxo intenso, porém bem menor do que antes, o que não me impede de realizar tudo o que preciso.
Tenho trabalhado muito, inclusive aos sábados, e com ótima disposição. Para mim, ter resgatado minha energia (saúde) foi tudo de bom!
Thereza Christina Alcantara
“Fica aqui o meu profundo respeito e agradecimento comovido, por tudo de bom que aconteceu aí comigo no período que tive a sorte e o privilégio de estar com todos vocês.” - Ligia
22 de novembro de 2007
Gostaria de agradecer imensamente o tratamento tão especial que recebi de todos vocês do Centro de Diagnóstico e Tratamento de Miomas.
Vocês formam uma unidade incrível e orgânica, que tem como escopo final a distribuição do bem-estar e a melhoria constante da qualidade de vida da mulher.
Dessa forma, fica aqui o meu profundo respeito e agradecimento comovido, por tudo de bom que aconteceu aí comigo no período que tive a sorte e o privilégio de estar com todos vocês.
Abraço afetuoso e o meu muito OBRIGADA mais sincero!!!
Ligia Azevedo Nogueira
“Saí do hospital sem sentir nenhuma dor e nem marca na barriga.” - Helena
16 e junho de 2009
Em 2005, por meio de um exame de ultrassonografia pélvica transvaginal, descobri que havia um mioma subseroso de 40,0 x 33,0 mm em meu útero. No início, não tinha sintomas, mas depois comecei a ganhar peso, não menstruar regularmente, sentir desconforto na barriga, suor excessivo e aparecimento de manchas no rosto.
Pelo tamanho do mioma à época, a médica achou por bem não operá-lo e manter o acompanhamento semestral do aumento de tamanho, por meio de exame de ultrassonografia transvaginal. Mas, em 2007, constatou-se a necessidade de intervenção cirúrgica, em virtude de um aumento significativo do volume do mioma e, também, a possibilidade de perda do útero. Fiquei preocupada e fui pesquisar a respeito do assunto na internet, onde encontrei informações sobre o método não invasivo (ultrasssom focalizado e guiado por ressonância magnética), praticado pelo Centro de Diagnóstico e Tratamento de Miomas.
Contatei o Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, e fui orientada a realizar o exame de ressonância da pelve e encaminhar o laudo, via fax, pois moro em Brasília - DF, para análise e parecer. O parecer foi favorável ao tratamento.
Minhas razões para escolher essa opção não invasiva estavam na preservação do meu útero, uma vez que ainda não sou mãe, bem como ser a recuperação mais rápida que uma cirurgia convencional, exigindo menor afastamento das minhas atividades profissionais.
O tratamento em si foi muito tranquilo e durou mais ou menos umas cinco horas, devido o tamanho do mioma (9,0 cm). Os profissionais envolvidos foram muito eficientes e competentes, o que me proporcionou tranquilidade e confiança na equipe. Saí do hospital sem sentir nenhuma dor e nem marca na barriga. A recuperação também foi ótima. Alguns dias depois do tratamento, menstruei, proporcionando um grande bem-estar.
Já faz um ano que realizei o tratamento (26 de março de 2008). Estou me sentindo bem melhor, pois voltei a menstruar regularmente. O exame complementar, realizado após seis meses do tratamento, mostrou uma redução de tamanho em torno de quinze por cento. Sinal de que o tratamento foi satisfatório. Porém, ainda não consegui eliminar as manchas do meu rosto.
Helena Bastos, 46 anos, servidora pública
“Após o procedimento, fui almoçar, estava super bem. À noite, fomos caminhar na beira da praia e tomar água de coco.” - Cristiane Angélico
17 de junho de 2008
Procurei um ginecologista em março de 2007, em Rondonópolis, Mato Grosso, para uma consulta de rotina, e também principalmente devido ao aumento do meu fluxo menstrual. Foi aí que descobri que possuía um mioma uterino. Inicialmente, a idéia foi até de uma histerectomia, mas o médico não recomendou. Foi colocado um DIU como tentativa de conter o sangramento. No princípio, deu resultado, mas com o tempo o sangramento voltou, mesmo com o DIU. O desconforto era durante todo o mês, eu sangrava diariamente. Em uma última consulta, com outro ginecologista aqui em Brasília, fui indicada para histerectomia. No desespero, havia já agendado a cirurgia para o dia 13 de março de 2008, já tinha todos os exames pré-operatórios prontos. Apesar de não pretender engravidar mais, eu e meu marido ficamos muito assustados e passamos a procurar na internet se não havia um tratamento para miomas.
Foi aí que descobrimos que no Hospital Barra D’Or tinha um tratamento específico para mioma uterino, o ExAblate. Ligamos para obter mais informações e fomos muito bem instruídos de como era o procedimento pela Luana que é psicóloga do hospital. Fomos até o Rio, fiz o exame necessário, que é a ressonância magnética do útero, com a Dra. Fernanda Chagas. Consultei-me com a Dra. Cláudia, ginecologista, que retirou o DIU para aí podermos fazer o tratamento com o ExAblate.
Durante o procedimento, no dia 24 de março de 2008, praticamente não tive dor, apenas um pequeno desconforto. Apesar de ter útero retrovertido e uma cicatriz de cesárea, foi feita uma manobra para que fosse possível o procedimento. Durou aproximadamente quatro horas, com monitoramento de dois médicos anestesistas. Após o procedimento, fui almoçar, estava super bem. À noite, fomos caminhar na beira da praia e tomar água de coco. É muito tranquilo o procedimento e o pós-operatório. Na realidade, não existe pós-operatório, porque eu fiz o procedimento numa segunda-feira e na quinta-feira já estava em meu consultório odontológico em Brasília, trabalhando.
Hoje, dia 17 de maio, tenho minha vida normal. O ciclo menstrual é regular e adeus sangramento. Voltei a ter qualidade de vida!
Depoimento de Cristiane Angélico, 35 anos, odontologista
“A minha preocupação sempre foi preservar meu útero para uma futura gravidez.“ - Elaine Cury
2 de junho de 2009
Há cerca de um ano e meio descobri que tinha miomas fazendo uma ultrassonografia transvaginal. Fiquei surpresa porque não tinha qualquer sintoma.
A minha ginecologista na época não conhecia o tratamento com o ExAblate. Mas ela me desaconselhou a cirurgia convencional por causa do tamanho da cicatriz que ficaria no meu útero e sugeriu que eu procurasse um tratamento alternativo. Fiz fitoterapia com meu acupunturista por três meses, que nada adiantou. Foi na minha segunda transvaginal no Labs D’Or que fiquei sabendo que o Hospital Barra D’Or tinha algo novo, e aí comecei minha pesquisa.
Optei pelo tratamento com ExAblate porque entendi que era minha única opção, já que pretendo engravidar. De acordo com a minha ginecologista, na época, se o mioma não regredisse, ele seria mais um problema que eu teria que enfrentar durante uma futura gestação.
O procedimento foi bastante simples. Estive algumas vezes no Centro de Diagnóstico e Tratamento de Miomas conversando com a Dra. Fernanda Chagas e sua equipe. Eles avaliaram meus exames e me pediram outros, até que concluíram que meu caso seria perfeito para a cirurgia com o ExAblate. Me explicaram todo o procedimento e tiraram minhas dúvidas.
No dia da cirurgia, tomei contraste, um sedativo leve e fiquei por aproximadamente cinco horas dentro do aparelho de ressonância magnética, com o anestesista ao meu lado. Enquanto isto, a Dra. Fernanda com outro médico operavam o aparelho de ultrassom junto com o de ressonância. Foi um procedimento interativo. A cada "bombardeio" no mioma ela perguntava se estava tudo bem, se senti alguma dor e se poderia prosseguir.
A recuperação foi tranquila e já nem me lembro muito. Acho que fiquei dois dias de repouso. Isso já faz um ano e depois continuei não tendo sintoma. A minha preocupação sempre foi preservar meu útero para uma futura gravidez.
Elaine Nacif Cury, 36 anos, produtora cultural
“Optei por esse tratamento porque ser mais seguro e não ter corte, não necessitar de internação e nem de anestesia, mesmo não pretendendo mais engravidar.” - Rosana Helena
29 de maio de 2009
Descobri que tinha mioma a partir de um exame de ultrassonografia transvaginal. Meu primeiro indício foi o sangramento intenso, com coágulos enormes. Mas, os sintomas foram piorando com o tempo. O período menstrual foi aumentando de cinco para oito dias, depois dez... Durante o período, eu tinha dores nas pernas, pressão na bexiga para urinar constante. A minha rotina de trabalho, atividade física e social estava muito alterada e prejudicada.
O único procedimento que me foi indicado foi o cirúrgico. Quando eu estava à procura de um cirurgião que fizesse por videolaparoscopia, uma amiga recebeu um folder do Hospital Barra D’Or, informando do tratamento com o ExAlate e me mostrou. Eu procurei mais informações com uma médica da Rede.
Optei por esse tratamento porque ser mais seguro e não ter corte, não necessitar de internação e nem de anestesia, mesmo não pretendendo mais engravidar, pois já tenho dois filhos. Além disso, confiei nas informações recebidas no Hospital Barra D’Or pela equipe do Centro de Diagnóstico e Tratamento de Miomas.
Durante o tratamento em si, após a sedação, não senti nada, apesar da coluna lombar incomodar um pouco, devido à posição. Após o tratamento, fiquei com cólica e tomei um analgésico, já no dia seguinte, a área ficou um pouco dolorida, mas não precisei tomar nenhuma medicação e no terceiro dia já estava trabalhando.
O tratamento foi em agosto de 2007. A maioria dos sintomas sumiu, só permanecendo alguns coágulos durante dois dias do período menstrual. O último exame de controle que fiz foi em agosto de 2008 (ressonância magnética com contraste) e apontou uma grande redução do mioma.
Depoimento de Rosana Helena, 41 anos, servidora pública federal
“A realização do tratamento foi tranquila e a recuperação muito boa.” - Roseny
8 de junho de 2009
Descobri que tinha miomas em 1995, com um exame de ultrassonografia de rotina. Durante alguns anos não tive sintomas, mas com o tempo o mioma foi crescendo demais e minha médica ginecologista optou por fazer uma cirurgia, devido ao tamanho, pois já estava pressionando o útero.
Como trabalho no Labs D’Or, recebi o folder sobre o ExAblate e me interessei, apesar de não pretender engravidar. Minha ginecologista me disse que não conhecia bem a técnica, já que era bastante nova e ainda não tinha muitas informações sobre o procedimento. Mesmo assim, resolvi tentar.
A realização do tratamento foi tranquila e a recuperação muito boa. Tratei-me em dezembro de 2008 e estou me sentindo bem, porém, meu fluxo aumentou e estamos acompanhando.
Roseny Rosa da Fonseca Silva, 46 anos, supervisora de laboratório
“Há dois anos fiz o tratamento e estou me sentindo muito bem. Não tive problemas durante o procedimento, ou na recuperação.” - Renata
21 de outubro de 2009
Sempre tive um fluxo intenso durante a menstruação, sentia muitas dores nas pernas e cansaço. Com o tempo, o fluxo foi ficando maior e comecei a ter também dores na relação sexual. Mas foi só há três anos que descobri que tinha um mioma, quando fazia meus exames pré-nupciais. Minha ginecologista iniciou, então, um tratamento com remédios, que não teve muito efeito. Ela informou também que poderia fazer uma videolaparoscopia, mas, como eu queria engravidar, me aconselhou a procurar a opção do ExAblate. Segundo ela, este seria um método não traumático, que poderia facilitar uma futura gestação.
Há dois anos fiz o tratamento e estou me sentindo muito bem. Não tive problemas durante o procedimento, ou na recuperação. Hoje posso dizer que não poderia me sentir melhor. Ainda tenho outros miomas menores, que não tratei, porém já não sinto dores, meu fluxo está normal e consegui engravidar.
Aliás, esse foi o melhor momento da minha vida. O mais feliz sem dúvida! Segui todas as orientações da minha médica e minha gestação foi normal. No momento ainda não penso em outra gravidez, pois minha filha ainda está muito pequena, mas nada está descartado, claro!
Renata Marinho, 33 anos, professora.